Inovação

A inovação do projecto “Escola da Floresta: a Aventura da Aprendizagem” centra-se nos seguintes aspectos:

 

  1. Juntar os vários parceiros, com experiências inovadoras de trabalho fora da escola, utilizando métodos activos, rentabilizando tais experiências para as aprendizagens escolares, permitindo uma reflexão sobre boas práticas, metodologias, objectivos e recursos disponíveis ou a criar;

 

  1. Aproveitar as acções de formação transnacionais dos professores e dos técnicos para conhecerem diferentes Sistemas Educativos, refletindo sobre os resultados obtidos por cada um deles e seu reflexo no desenvolvimento da comunidade, bem como para reflectirem sobre possíveis adaptações a efetuar nos seus respetivos países, com reflexo na sua intervenção e nas suas aulas, na dinamização das suas escolas e na adequação e modernização do sistema educativo de seu país;

 

  1. Aproveitar as acções de formação transnacionais para proporcionar aos profissionais envolvidos a realização de atividades práticas “in Situ” que lhes permitirão viver as mesmas experiências que irão posteriormente propor e /ou partilhar com os jovens / alunos, bem como a reflexão sobre as mesmas e a sua prestação nestas;

 

  1. Proporcionar aos profissionais compreenderem como os jovens desmotivados para a escola podem adquirir interesse na participação coletiva e na aprendizagem colaborativa, quando se envolvem em atividades de solidariedade e de interesse comunitário;

 

  1. Proporcionar aos profissionais em formação, através da intervenção nos grupos piloto, aproveitarem a motivação dos alunos para a prática das actividades de aventura, descoberta e risco, para a transposição das experiências e saberes adquiridos nestas para as aprendizagens escolares;

 

  1. Incentivar os profissionais, os professores e educadores, a adotarem métodos de auto-avaliação, quer referenciados às aprendizagens escolares e profissionais como às aquisições de competências fundamentais para o exercício da cidadania, utilizando preferencialmente o modelo dos “Cintos de Competências” da Pedagogia Institucional (ver Metodologia);

 

  1. Incentivar as escolas e instituições educativas a adotarem efetivamente um modelo de intervenção de retaguarda, de apoio aos jovens e às suas respetivas famílias, articulando as questões escolares com o apoio social e psicológico;